acredito que viajar seja das melhores coisas da vida. exceto a parte de arrumar a bagagem, bleh! ou a parte em que a nossa bagagem é perdida e nos vemos sem roupa nem pra poder tomar um banho tranquila, bleh²!
viajar é das melhores experiências porque nos proporciona conhecimentos incri’veis, conhecimento que faculdade nenhuma no mundo nos proporcionaria. convenhamos que ficar encerrado dentro de uma sala, ouvindo um professor falar poderia perfeitamente ser substitui’do pela leitura e o estudo de livros sobre o mesmo assunto, em casa, ou em grupos. não quero desmerecer o trabalho de um professor – na minha fami’lia quase todas as mulheres são professoras e o meu curso é exatamente uma licenciatura -, mas diante da minha experiência com – e como, também, – docentes, dispensaria tranquilamente 80% deles e preferia me encerrar em casa e estudar sozinha. quebrar a cabeça pra entender alguma coisa é muito mais eficaz do que recebermos algo de lambuja, e mau ainda por cima. um diploma é so um pedaço de papel escrito alguma coisa.
mas voltando ao assunto… por quê falava de viagens? não sei, ti’pico da minha parte me dispersar e perder o foco do assunto.. grrr
ok que também so’ conheço meia du’zia de pai’ses, mas descobrir o quanto existe e é muito importante descobrir e aceitar a diferença cultural no mundo inteiro nos proporciona lições pra toda a vida. a diferença extema também nos proporciona falta de compreendimento (existe isso? não se trata de não entender, mas de compreensão); por exemplo, os suecos, eta povinho mais estranho. levam anos até conseguirem tomar uma decisão pra se certificarem de que tudo vai dar certo e, caso dê errado, ninguém assume a culpa e a responsabilidade por isso. além de ser um povo fechado, de não saberem conversar e dialogar, no verão parecem outras pessoas, literalmente outras pessoas. não sabem beber, hahaha, beber é sinônimo de ficar bêbado e como ficam diferentes quando bêbados…
os franceses até ja’ são mais abertos, entre eles, mas são chatos. muito chatos. não descontraem e so’ falam de assuntos sérios: trabalho, poli’tica, do que ja gastou com coisas caras, do quanto a frança é o melhor pai’s do mundo, que os franceses são os melhores – inclusive uns com os outros -, sempre querendo mostrar o quanto são inteligentes, além de serem falsos e ci’nicos. e com péssimos e antiquados métodos de ensino. prezam muito a tal da “gentillesse”, mas parece que é so’ isso que admiram numa pessoa. me depecionei com os franceses. eu sei que se algum francês ler isso aqui, não estarei sendo “gentil”, portanto importante ressaltar – se é que vai adiantar alguma coisa – que estou ge-ne-ra-li-zan-do e todo mundo sabe que ge-ne-ra-li-za-ções não existem na pra’tica. não me fechei com os franceses, apenaspassei a agir diferente e as exceções são muito bem-vindas.
ah, e não, os franceses não fedem. os espanho’is fedem.
quanto a essa questão, fico até um pouco intrigada com o, digamos, odor que os espanho’is exalam. não consigo imaginar que alguém possa ficar duas, três, talvez um mês ou mais sem tomar banho. isso me intriga porque eu conheci uma alemã que tomava dois ou três banhos por semana. descobri porque ela me disse, se não tivesse dito eu nunca poderia desconfiar, ja’ que nunca senti mau cheiro nenhum perto dela e na minha ingênua concepção, imaginava que ficar três ou quatro dias sem banho ja’ era o suficiente pra federmos não so’ pra no’s, mas pra os outros também. agora os espanho’is… eu não sei, mas me intriga. haha