mais um dia que começa…. mas logo já terá acabado e o “novo dia” se tornará “novo mês”.
ai ai…
mais um dia que começa…. mas logo já terá acabado e o “novo dia” se tornará “novo mês”.
ai ai…
pela primeira vez senti um certo alívio…
de coração apertado, porém, mais tranqüila e confiante!
I asked her to stay but she wouldn’t listen
She left before I had the chance to say
The words that would mend the things that were broken
But now it’s far too late, she’s gone away
Every night you cry yourself to sleep
Thinking: “Why does this happen to me?
Why does every moment have to be so hard?”
Hard to believe it
It’s not over tonight
Just give me one more chance to make it right
I may not make it through the night
I won’t go home without you
The taste of her breath, I’ll never get over
The noises that she made kept me awake
The weight of things that remain unspoken
Built up so much it crushed us everyday
Every night you cry yourself to sleep
Thinking: “Why does this happen to me?
Why does every moment have to be so hard?”
Hard to believe it
It’s not over tonight
Just give me one more chance to make it right
I may not make it through the night
I won’t go home without you
It’s not over tonight
Just give me one more chance to make it right
I may not make it through the night
I won’t go home without you
Of all the things I felt but never really shown
Perhaps the worst is that I ever let you go
I should not ever let you go, oh oh oh
It’s not over tonight
Just give me one more chance to make it right
I may not make it through the night
I won’t go home without you
It’s not over tonight
Just give me one more chance to make it right
I may not make it through the night
I won’t go home without you
And I won’t go home without you
And I won’t go home without you
And I won’t go home without you
porque eu adoro essa música
e porque eu preciso desopilar um pouco
beijos. até mais. fui.
ah, comprei livrinhos hoje… hoho
comprar livrinhos = josi bem faceirinha
tá, fui. tchau.
“Exatamente porque é tão forte em mim
a vontade de me dar a algo ou a alguém,
é que me tornei bastante arisca:
tenho medo de revelar de quanto preciso
e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre.
Só tenho um corpo e uma alma.
E preciso de mais do que isso.”
Dois ou três almoços, uns silêncios.
Fragmentos disso que chamamos de “minha vida”.
Caio Fernando Abreu
Há alguns dias, Deus — ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus —, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.
Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer — eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom. Não me entenda mal — não aconteceu qualquer intimidade dessas que você certamente imagina. Na verdade, não aconteceu quase nada. Dois ou três almoços, uns silêncios. Fragmentos disso que chamamos, com aquele mesmo descuido, de “minha vida”. Outros fragmentos, daquela “outra vida”. De repente cruzadas ali, por puro mistério, sobre as toalhas brancas e os copos de vinho ou água, entre casquinhas de pão e cinzeiros cheios que os garçons rapidamente esvaziavam para que nos sentíssemos limpos. E nos sentíamos.
Por trás do que acontecia, eu redescobria magias sem susto algum. E de repente me sentia protegido, você sabe como: a vida toda, esses pedacinhos desconexos, se armavam de outro jeito, fazendo sentido. Nada de mal me aconteceria, tinha certeza, enquanto estivesse dentro do campo magnético daquela outra pessoa. Os olhos da outra pessoa me olhavam e me reconheciam como outra pessoa, e suavemente faziam perguntas, investigavam terrenos: ah você não come açúcar, ah você não bebe uísque, ah você é do signo de Libra. Traçando esboços, os dois. Tateando traços difusos, vagas promessas.
Nunca mais sair do centro daquele espaço para as duras ruas anônimas. Nunca mais sair daquele colo quente que é ter uma face para outra pessoa que também tem uma face para você, no meio da tralha desimportante e sem rosto de cada dia atravancando o coração. Mas no quarto, quinto dia, um trecho obsessivo do conto de Clarice Lispector “Tentação” na cabeça estonteada de encanto: “Mas ambos estavam comprometidos. Ele, com sua natureza aprisionada. Ela, com sua infância impossível”. Cito de memória, não sei se correto. Fala no encontro de uma menina ruiva, sentada num degrau às três da tarde, com um cão basset também ruivo, que passa acorrentado. Ele pára. Os dois se olham. Cintilam, prometidos. A dona o puxa. Ele se vai. E nada acontece.
De mais a mais, eu não queria. Seria preciso forjar climas, insinuar convites, servir vinhos, acender velas, fazer caras. Para talvez ouvir não. A não ser que soprasse tanto vento que velejasse por si. Não velejou. Além disso, sem perceber, eu estava dentro da aprendizagem solitária do não-pedir. Só compreendi dias depois, quando um amigo me falou — descuidado, também — em pequenas epifanias. Miudinhas, quase pífias revelações de Deus feito jóias encravadas no dia-a-dia.
Era isso – aquela outra vida, inesperadamente misturada à minha, olhando a minha opaca vida com os mesmos olhos atentos com que eu a olhava: uma pequena epifania. Em seguida vieram o tempo, a distância, a poeira soprando. Mas eu trouxe de lá a memória de qualquer coisa macia que tem me alimentado nestes dias seguintes de ausência e fome. Sobretudo à noite, aos domingos. Recuperei um jeito de fumar olhando para trás das janelas, vendo o que ninguém veria.
Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tanto tempo incapazes de ver: uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que reponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome.
(Publicado no jornal “O Estado de S. Paulo”, 22/04/1986)
bah, ando estressada, nervosa, ansiosa, com os nervos a mil por hora. resultado disso: ando comendo demais, espinhas [que eu nunca tive] horrorosas brotando na minha pele, cabelo caindo… afff!! te acalma, guria!
na verdade, tudo é uma reação em cadeia. uma coisa gera/leva a/à outra. tente não se abalar. ok, vou tentar. grata.
Ele sentiu que algo escapou
Soube que sua garota se foi
E com ela alguém
E o tempo passou com raiva e solidão
E então numa noite, numa rua qualquer
Ele viu sua garota através da vitrine
E com ela alguém, uh
E com ela alguém
Sentiu as pernas como blocos de pedra
E o coração esmagando o seu peito
Caminhou até lá com uma arma na mão
Em frente aos dois com uma arma na mão
Sorriu e disse adeus
Ele sabia o que fazer
Mas sabia também
Que não nasceu pra matar
Nem um tiro nem uma gota de sangue
O inferno vai ter que esperar
Sorriu e disse adeus
O inferno vai ter que esperar
obs.: só porque eu cresci ouvindo [e adorando] essa música! =D
obs.1: só porque é o melhor lugar da “night pelotense” haha
“Parei de fumar. Agora só bebo, jogo video-game, coleciono cicatrízes sexuais e encho meu colchão inflável.”
about me:
Sou rica, bonita, simpática, sóbria, enrolada, imoral e não sei mentir.
Gosto de uma macumba e contos eróticos em sites vagabundos.
Esta sou eu. Tenham uma boa vida.
hahaha… o orkut às vezes me faz rir!
Haha… latim grotesco à parte, vou explicar: acho que faz uma semana meu monitor resolveu partir dessa pra uma melhor, quer dizer, não totalmente, ainda. Bem, como meu monitor é relativamente novo, visto que o do computador da minha mãe, por exemplo, é alguns bons aninhos mais antigo que o meu e continua em perfeito estado de funcionamento, resolvi desconfiar e fazer um teste: carreguei o meu monitor até o pc da mãe e testei a joça lá. pra minha surpresa, o maldito tava perfeito. P.E.R.F.E.I.T.O. Nenhuma tremidinha na tela, nenhum tom alarajado, esverdeado, amarelado, azulado, roxado ou bi, tri, tetra, quincolor…. Raios. Existe uma força maior atuando sobre este maldito! haha…
Bem, apesar do meu grande desconhecimento (mas curiosa, sempre) sobre esses aparatos tecnológicos, pensei que podia ser a “tal da place de vídeo”. consultei pessoas que tivessem um conhecimento, no mínimo, superior ao meu e constatei: pior que era. e pra piorar ainda mais, a tal da placa de vídeo inexiste no meu computador, quer dizer, existe, claro, mas ela é integrada à placa-mãe (acho que nem todas são, não sei, tenho a leve impressão… hehe).
sabe-se lá o que vou ter que fazer (se vou precisar de uma nova placa-mae, só comprar uma placa de vídeo nova, comprar um computador todo novo de uma vez.. hahaha – nada hipérbole eu), só sei que eu não mando fazerem nada no meu computador enquanto o semestre não acabar. não vou arriscar perder tudo, ficar empenhada ou sem poder estudar, sem poder fazer meus trabalhos, relatórios, sem poder preparar as provas do estágio, do extensão, senão aí sim, já não bastassem os olhos, fudêncius tudo de vez. mas enquanto isso, eu, que já estou completamente zonza por causa dessa gripe maldita que se apossou de mim, fico mais zonza ainda com essa tela maluca que mais parece a baiana em época de carnaval. meus olhos doeeemmmm…
bah, a coisa anda feia por aqui… o belzebu resolveu dar um de príncipe das trevas, entidade-chefe, sei lá, viu! tá doido! sai pra lá, coisa ruim! essa família tá precisando de uma boa benzedeira, um benzilhão, um carimbamba, um puçanguara, sei lá, nessas alturas tá valendo qualquer coisa… deus é mais, como diz uma amiga! ahhaha